Entre Cores e Corações – Amor nas Arquibancadas O sol castigava o gramado do Independência, em Belo Horizonte, naquele domingo de decisão. A tensão no ar era palpável. América-MG x Athletic Club iriam se enfrentar num duelo que prometia ser eletrizante. A cidade estava dividida entre o verde esmeralda do América Futebol Clube e o preto e branco vibrante do Athletic.
Lucas era americano roxo. Desde pequeno, carregava no peito a paixão pelo América Mineiro, herdada do avô. Já Marina, atleticana de alma e voz potente, viajou de São João del-Rei só para gritar pelo seu Athletic Club naquela semifinal de campeonato.
Dois mundos. Duas cores. Duas vozes em lados opostos da arquibancada.
Mas o destino… esse não tem camisa.
A bola rolava, e o jogo era pegado. Lucas gritava, pulava, chorava com cada lance do seu Coelho. Enquanto isso, Marina, com a bandeira do Athletic amarrada na cintura, não perdia uma jogada — vibrava como se estivesse em campo.
E foi ali, no intervalo do jogo, que os caminhos se cruzaram.
No corredor que levava aos banheiros, ela tropeçou em uma latinha e quase caiu. Lucas, que por acaso passava por ali com a camisa do América-MG, a segurou pelos braços, sem nem pensar.
— Cuidado aí, rival — disse ele, sorrindo.
— Rival, mas não ingrata — respondeu ela, rindo também.
O olhar durou mais do que devia. O coração, que até então batia no ritmo do jogo, mudou de compasso.
Depois daquele instante, algo ficou no ar.
Mesmo com os times lutando no campo, Lucas só pensava nela — a torcedora de olhos castanhos e fala firme.
Marina, do outro lado da arquibancada, procurava por aquele olhar entre bandeiras e faixas.
O segundo tempo veio. O América Mineiro marcou. O Athletic empatou. A tensão subiu.
E o destino voltou a brincar.
Na saída do estádio, a multidão se misturava. Gritos, cantos, buzinas — e lá estavam eles, Lucas e Marina, se reencontrando no meio do caos.
— Isso é perseguição? — ela disse.
— Ou destino? — ele retrucou.
Naquele dia, o jogo do América, que muitos buscavam em sites perguntando “onde assistir América-MG x Athletic Club”, foi palco de algo muito maior do que futebol: foi o início de uma história de amor que ninguém esperava.
Eles não sabiam, mas aquela paixão recém-nascida teria que enfrentar algo ainda maior do que a rivalidade entre os clubes. Famílias, preconceitos, viagens, e a dúvida cruel: é possível amar alguém que grita gol do lado oposto
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Capítulo 1 – O Clássico Inesquecível
Autor: Vagner Dias